Abro minhas asas
e me deixo cair
abandono os fardos
sinto o espírito fluir

O vento que me sopra os cabelos
é o mesmo que me corta a respiração
É o vento quem me dá liberdade
enquanto mergulho na escuridão.

Na queda a visão é turva
e é uma só – o nada.

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